23 de mai de 2008

-me ensinou tudo o que sei hoje, me fez quem eu sou. e tudo o que sou, sou por ele.-você é doente?-você é médica?
muito tempo se passava, enquanto estiveram sentadas, pensativas, em suas cadeiras brancas, muito limpas, quase vazias.-eu sou doente?-sou então, uma doutora?-pode cuidar de mim?-quer ser tratado?
mais algumas horas se foram.-a filosofia cura?-se sente melhor agora?-não sei.-então também não responderei sua pergunta.
dormiram juntos naquela noite.-acordou bem?-sim, acho que fui curado.-como pode dizer isso?-realmente, sua medicina é perfeita. minha filosofia está a atrapalhar-lhe a rotina. preciso voltar para ela.-percebo.
ele abriu a porta e foi embora, pensando que cada pessoa é inesquecível e necessária em algum momento, a seu jeito.assim como a medicina perfeita de outra, lá estava em casa, quem lhe curaria toda a doença.como se fosse mágica, por meio de um beijo.
"sorriu a vida inteira com ela."

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